Existem paixões capazes de abrir a mente para coisas que jamais tenhamos observado. São arrebatadoras, tanto na maneira em que nos apontam o sentimento, quanto na forma como nos induzem a expressá-lo.
Anseiam por momentos lindos, mágicos, perfeitos, e são capazes de nos tomar na fé dessa realidade paralela. No entanto, precisam e querem ser livres; se desprenderem do peito que as sufocam. São como aves silvestres, que acabam de descobrir a beleza de voar, sem nunca mais ter que fazer desse instante um fim.
Como conciliar esse ardor tão infinito de viver, da maneira mais plena, vibrante e única, com a vida domada do ser humano? Esse ser ao mesmo tempo previsível e estranho, poderoso em sua peculiaridade de reunir as mais diversas experiências, mas sem conseguir ao menos perceber a "felicidade" presente nos pequenos minutos sublimes, que poderiam ser eternos.
Ou talvez não. O fulgor dos sentimentos e a rotina não podem ser ao mesmo tempo negados. Pois não há como negar que existem paixões como essas ao longo da vida real. Andam em conjunto, fazem parte desse mesmo ser: humano, mas que é também, e tantas vezes, máquina.
"And so it is. Just like you said it would be. Life goes easy on me, most of the time. And so it is. The shorter story. No love, no glory. No hero in her sky"...
There used to be a greying tower alone on the sea. You became the light on the dark side of me. Love remained a drug that's the high and not the pill. But did you know, That when it snows, My eyes become large and The light that you shine can be seen. Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grave. Ooh, The more I get of you, Stranger it feels, yeah. And now that your rose is in bloom. A light hits the gloom on the grave. There is so much a man can tell you, So much he can say. You remain, My power, my pleasure, my pain, baby To me you're like a growing addiction that I can't deny. Won't you tell me is that healthy, baby? But did you know, That when it snows, My eyes become large and the light that you shine can be seen. Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grave. Ooh, the more I get of you Stranger it feels, yeah Now that your rose is in bloom. A light hits the gloom on the grave, I've been kissed by a rose on the grave, I've been kissed by a rose I've been kissed by a rose on the grave, ...And if I should fall along the way I've been kissed by a rose ...been kissed by a rose on the grave. There is so much a man can tell you, So much he can say. You remain My power, my pleasure, my pain. To me you're like a growing addiction that I can't deny, yeah Won't you tell me is that healthy, baby. But did you know, That when it snows, My eyes become large and the light that you shine can be seen. Baby, I compare you to a kiss from a rose on the grave. Ooh, the more I get of you Stranger it feels, yeah Now that your rose is in bloom, A light hits the gloom on the grave. Yes I compare you to a kiss from a rose on the grave
Ooh, the more I get of you Stranger it feels, yeah And now that your rose is in bloom A light hits the gloom on the grave Now that your rose is in bloom, A light hits the gloom on the grave.
(uma homenagem ao vampiro Mick, da série "Moonlight")
Quis nunca te perder tanto que demais via em tudo céu fiz de tudo cais dei-te pra ancorar doces deletérios
E quis ter os pés no chão tanto eu abri mão que hoje eu entendi sonho não se dá é botão de flor o sabor de fel é de cortar
Eu sei, é um doce te amar o amargo é querer-te pra mim do que eu preciso é lembrar, me ver antes de te ter e de ser tua, muito bem
Quis nunca te ganhar tanto que forjei asas nos teus pés ondas pra levar deixo desvendar todos os mistérios
Sei, tanto te soltei que você me quis em todo lugar lia em cada olhar quanta intenção eu vivia presa
Eu sei, é um doce te amar o amargo é querer-te pra mim do que eu preciso é lembrar, me ver antes de te ter e de ser tua o que eu queria, o que eu fazia, o que mais? e alguma coisa a gente tem que amar mas o que não sei mais
Os dias que eu me vejo só são dias que me encontro mais e mesmo assim eu sei também existe alguém pra me libertar
Pela manhã ela era Lô, não mais que Lô, com seu um metro e sessenta e sete de altura e calçando uma única meia soquete. Era Lola ao vestir os jeans desbotados. Era Dolly na escola. Era Dolores sobre a linha pontilhada. Mas em meus braços foi Lolita!
"O teatro é como uma árvore milenar que nunca morre. Vida de mil estações, suas folhas e frutos renovam-se constantemente e quando caem viram adubo revitalizante: o que nasce novamente, embora pertencendo à mesma raiz, é reciclado na textura, nas cores, no perfume".